O Governo do
Estado recorrerá da decisão publicada nesta quarta-feira (30) no site do
Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, onde a juíza convocada
Sulamita Pacheco reconhece a legalidade da paralisação dos servidores e
professores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern).
Segundo o Consultor-Geral do Estado, José Marcelo Ferreira Costa, a decisão divulgada liminarmente será analisada pelo Governo, já que, apesar da greve ser considerada legal, existem algumas implicações que devem ser avaliadas, como o fato de garantir um percentual mínimo das atividades para a população, por exemplo.
O processo que
requer a suspensão imediata da greve e retorno imediato ao trabalho de
todos os servidores e professores da UERN– foi ajuizada na última
sexta-feira (25) pelo Governo do Estado.
O Governo do RN, por meio da governadora Rosalba Ciarlini, buscou o diálogo e procurou a negociação para encaminhar o Projeto de Lei ao Parlamento condicionado à observância do limite prudencial previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal, mas as propostas foram rejeitadas já que os professores e servidores somente aceitam o pagamento retroativo ao mês de abril de 2012.
Assim, coube ao
Estado judicializar o assunto para tentar garantir que os alunos da
UERN não sejam penalizados com a paralisação.
O Estado do Rio Grande do Norte se encontra acima do limite prudencial instituído pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e, dessa forma, a distribuição do reajuste possibilitaria a concessão dos aumentos aos servidores.
Do DN Online
Os
15 anos da morte de Frei Damião de Bozzano estam cendo lembrados essa
semana no Recife. As celebrações começaram na quinta-feira (24), no
Convento de São Félix, no Pina, Zona Sul do Recife, com uma procissão
pelas ruas do bairro. Este ano, o evento tem um significado especial:
será comemorado o fim da fase diocesana do processo de beatificação e
canonização do frei, mais um passo para que ele se torne santo. As
celebrações seguem até o dia 31 de maio, com missas e sessões de louvor
todos os dias.
E
Cigano, mais uma vez, fez o que se esperava dele. Com um direto uma
sequência de golpes, ele derrotou Frank Mir por nocaute aos 3m04s do
segundo round no MGM Grand, em Las Vegas, defendendo pela primeira vez o
seu título e, mais importante, honrando seu mestre Rodrigo Minotauro
diante de seu algoz justamente no Memorial Day, o feriado americano
dedicado à lembrança dos soldados do país mortos em combate.
Com
a vitória, Junior Cigano se torna o primeiro peso pesado do UFC a
defender seu cinturão desde Brock Lesnar, que manteve o título no UFC
116 contra Shane Carwin após conquistá-lo diante do mesmo Frank Mir, no
UFC 100. Além disso, Cigano mantém o Brasil como o país com o maior
número de cinturões do UFC – três – ao lado dos EUA (o Canadá possui um)
e, de quebra, impediu que Mir conquistasse o título dos pesados do UFC
pela terceira vez, igualando-se à lenda Randy Couture, o único a
conseguir o feito.






